Mais um post com assunto sugerido por uma leitora do Na pracinha – hoje vamos falar sobre língua geográfica.

Mas, afinal de contas… O que será isso? Como saber se meu filho apresenta ou não uma língua geográfica? E qual a sua disso?

Em primeiro lugar é preciso saber que uma língua com aspecto normal apresenta papilas que a recobrem e dão à mesma uma cor rosada.

Se a língua de seu filho apresenta áreas mais avermelhadas e lisas do que as demais e também uns sulcos profundos, você pode estar diante de uma língua geográfica.

A língua geográfica não é uma doença, mas sim uma característica que a pessoa apresenta. E as áreas avermelhadas mudam de lugar a cada dia. Estas regiões ficam muitas vezes delimitadas por uma placa esbranquiçada. E lembram a forma de um mapa, por isso o nome de língua geográfica.
Em geral, as pessoas com língua geográfica são mais sensíveis a alimentos ácidos e condimentados.

Matheus, 25 anos, conta para nós que desde criança vive numa boa com sua língua geográfica. Evita alimentos muito ácidos, mas não deixa de comer nada do que gosta. Eu, que o conheço bem, tenho algo a relatar: viajou para os Estados Unidos, já morou na Alemanha, esteve na Suiça, e aqui no Brasil já morou em Brasília, no Pantanal, e… quer saber de uma coisa? Esta língua geográfica tem poder!

Importante: Em caso de dor e ardência você pode estar diante de uma infecção por candida albicans (“sapinho”) e a criança deve receber o tratamento adequado. Há também casos de vermelhidão como resultado de uma mordida ou de uma queimadura (comumente ocasionada por bebida ou alimento muito quente).

Originalmente publicado no site Na pracinha
http://napracinha.com.br/2014/07/lingua-geografica/

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